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14 de abril de 2013

#1 Sociedade decadente





Deu nas noticias que um jovem ia descansadamente no comboio quando vê quatro indivíduos a andar de um lado para o outro a correr com desculpa de não terem bilhete e andar a fugir do revisor. O revisor acaba por apanhá-los mas nada faz.
Então estes decidem rodear o rapaz que, como toda a gente fazia, saiu na paragem seguinte com o intuito de  se livrar deles.
Saiu na estação de S. Pedro -no. do Estoril e os indivíduos seguiram-no. Assaltaram-no e um deles empurrou-o para a linha, fazendo-o cair desamparado a mais de um metro e meio de altura.
Isto em plena luz do dia, à hora de ponta, e o mais impressionante disto é que ninguém soube ajudar, passaram todos ao lado sem sequer o ajudarem, depois de um desmaiado, alguém gritou, de uma janela exterior à estação a pedir por favor para sair de ali, senão seria esmagado. Com uma luxação grave no ombro, que se deslocou até meio de antebraço, subiu sozinho o metro e meio de onde tinha caído e ainda desceu um role de escadas até que alguma alminha caridosa o ajudou e o levou para o hospital.

Para além da atitude do revisor, da falta de segurança naquela estação, e da atitude dos quatro rapazes, acrescenta-se a porcaria de atitude de todas as pessoas que viram, passaram por ele e nada fizeram.

Mas que raio de sociedade é esta?
Como é que há pessoas que vendo uma pessoa no meio da linha não ir ajudar?
Ai a sério estou incrédula e irritada com a sociedade!

8 de março de 2013

Dia Internacional da Mulher: O respeito ainda não chegou a todo o lado

Hoje é o Dia Internacional Da Mulher como todas sabemos.

Por isso hoje não vou demonstrar o papel importante da mulher na sociedade ocidental, nem da emancipação da mulher no século passado, nem nada disso, vou falar duma situação completamente diferente, sabida e ignorada por muita gente.

A Mulher na cultura Muçulmana

São chamadas de mulheres, são tratadas como animais. Não são consideradas seres humanos, mas sim como objectos, mão-de-obra, animais... Os próprios animais são mais importantes que as mulheres.
Naquela cultura as mulheres nascem para servir, não para serem amadas nem consideradas como pessoas, nascem para trabalhar, são diariamente submetidas às ordens de qualquer homem da família, seja o irmão mais novo, ou um cunhado que entrou à dois meses na família.
Eu fiquei a conhecer melhor esta terrível cultura por um livro, o ultimo da página My sweet books, Souad, Queimada Viva.
Um livro arrepiante que retrata a crueldade na cultura muçulmana na vida de uma jovem inocente que o único erro que cometeu foi amar e entregar-se a esse amor, que lhe mudou a vida drasticamente.
É uma histórica verídica à umas décadas atrás, mas esta prática de crime que nada ou quase nada é punido, ainda existe nos nossos dias. Estou a falar de queimar com ácido ou regá las com um liquido extremamente inflamável e atear fogo propositadamente como forma de punição. À Souad, a jovem do livro, atearam-lhe fogo porque ela engravidou antes do casamento, o que é um crime para a sociedade, e na manhã seguinte à noite de núpcias, terá de se provar à sociedade que a mulher é virgem mostrando o lençol sujo na varanda do quarto. Ninguém a ajudou excepto uma europeia que dias após ela ser internada na hospital que a negligenciou, levou a ela e ao filho para a Europa onde ela construiu uma vida nova, uma família feliz, porém sem o primeiro filho, pois este foi adoptado  porque estando num estado deplorável não tinha condições para o criar, mas não deixa de o recordar e de se encontrar com ele.
Não é só de este crime que o livro fala, aliás, o livro em si fala da mulher em geral, da mãe que asfixiava as filhas recém-nascidas pois não era mais necessário mulheres em casa para trabalhar, a irmã mais velha que sofrendo de violência doméstica não poderia voltar para casa pois era uma vergonha para toda a familia, de todas as mulheres que andassem na rua não podiam olhar para os lados, apenas para o chão, caminhar como se tivessem vergonha de si próprias, de meninas que sonham casar apenas para poder andar na rua de cabeça levantada e usar bijutaria e sapatos que na nossa sociedade é uma coisa tão natural. entre outras tantas situações tão humilhantes e cruéis para a mulher.
Este livro foi lido umas quatro vezes, uma delas apenas numa tarde, de momento não o tenho mas se o comprar de certeza que vou lê-lo e voltar a emocionar-me tanto como das outras vezes. É um livro, chocante, emocionante, que prende o leitor, que emociona, que faz arrepiar, que nos faz entrar numa realidade que não é a nossa mas que no fundo a folheá-lo fazemos parte dele e sentimos cada dor das personagens.
Encontrei um video interessante que demonstra o sofrimento de muitas mulheres que passaram por um sofrimento parecido com de Souad, mas atenção as imagens são chocantes.
Porém esta cultura é apenas um exemplo de culturas que não respeitam as mulheres, onde não há igualdade entre géneros, nem concede qualquer direito à mulher.
Todas as mulheres do mundo merecem ser respeitadas!



15 de fevereiro de 2013

Dia Internacional da Criança com Cancro

Hoje é o Dia Internacional da Criança com Cancro.



Apesar de não ligar a qualquer dia destes porque penso que qualquer coisa celebrada naquele dia não tem que dia para celebração mas estas causas deixam-me sempre comovida.
Eu sou da opinião que na maior parte dos casos só são ajudados e se lembram deles nestes dias.
Mas nos hospitais onde estão a ser acompanhadas ou internadas crianças com cancro é notável a presença de voluntários.
Todas as crianças e respectiva família são uns heróis!
Cada rosto naqueles hospitais esconde uma história de triste de uma família inteira que sofre mas que se une e procura forças onde não sabe sequer que tem, que luta todos os dias para que uma tenra vida não se perca.
Cada médico é também um heróis pois faz tudo o que pode para salvar essas vidas, muitas vezes metem a vida dos pequenos à frente da sua própria família.
Os voluntários, esses são uns anjos. Ajudam, esforçam-se, dão todo o seu amor e  carinho em troca de um sorriso que para as restantes pessoas é apenas um sorriso mas para eles é muito mais do que o ordenado que recebem todos os meses.
A todos eles aqui está a minha homenagem e uma palavra de força.

12 de fevereiro de 2013

#2 Rubrica: Debate

Ora por vossa escolha o escolhido foi o "debate" peço desculpa pela demora. MAs não pude deixar nada agendado porque nada estava decidido.




Ouvi falar de um filme e decidi vê-lo tem algo de fantástico, dá que pensar e  tem tudo de real.

O filme é espanhol, é baseado numa história verídica e fala sobre EUTANÁSIA.


Ramón Sampedro é um jovem marinheiro dos seus vinte anos, quando certo dia decide mergulhar numa praia num sitio rodeado de rochas, ao mergulhar, o fundo não é assim tão fundo e ele bate com a cabeça e pescoço na areia, acabando por ficar inconsciente. Alguém o resgata e é levado para o hospital.
No hospital descobrem que devido ao embate ficou tetraplégico.
Durante vinte seis anos o ex-marinheiro fica confinado a cama do seu quarto o que o liga ao mundo real é uma janela que dá para o mar que lhe deu e tirou a vida.
Ele tem um único desejo: morrer com dignidade, já que a vida deixou de ser digna para ele.
Escolhe Júlia, advogada, para o defender, pois também tem problemas de saúde e compreende o melhor do que qualquer outro. Porém depois de tanto esforço a luta em tribunal pela legalização da eutanásia é em vão. Durante a luta em tribunal conhece Rosa, uma mulher solteira com dois filhos que ao vê-lo na televisão decide ir a casa dele demovê-lo nas sua decisão e fazê-lo ver que vale a pena viver.
Ramón no fim consegue o que quer mas quem o ajudará? Ele diz " Quem me ama de verdade me ajudará a morrer"
Quem será?


Curiosidades sobre o filme:
Javier Bardem é Jamón Sampedro.
A Rosa do filme, na história verídica chama-se Ramona.
O filme custou 10 milhões de euros.
A Eutanásia até hoje em Espanha não é legal.


Opinião:
Na minha opinião estar vinte seis anos restringido a uma cama a depender da família (neste caso irmão, cunhada e sobrinho) para viver, não é vida é sobrevivência. Sofrer não é Viver! Acho que se era isso que ele queria, então que fosse livre para o fazer.

E vocês o que pensam deste assunto?

Espero que seja do vosso interesse os assuntos discutidos.
Comentem, deixem o vosso comentário, e a vossa opinião, sem a vossa opinião o debate não tem sentido
Se quiserem deixar sugestão para o próxima rubrica seja o #debate# ou o #factos sobre mim#

6 de fevereiro de 2013

#1 Mas isto há vidas...



Bom isto hoje venho aqui queixar-me!
É algo que dá que pensar e quando não é no momento a mim me faz rir.
Passando a explicar: Eu moro num prédio, no andar de baixo e isto daqui ouve-se muita coisa.
O que mais me intriga é um estranho barulho que ouço de vez em quando, no decorrer da noite, aí a partir da uma hora da manhã.
Ouço um estrondo relativamente grande para me acordar. Depois ouço o bater de um martelo e a mandarem um martelo para o chão. Ora o que eu penso? Que partem a cama e que maneiras que a arranjam ali em um minuto. Eu sei que é um bocado "coiso" pensar estas coisas mas acordar uma pessoa de madrugada com estes sons, haja paciência...


11 de janeiro de 2013

Educação dos nossos dias

(Tenho visto em vários blogues várias opiniões sobre este assunto, decidi hoje, eu dar a minha opinião em um só texto, visto que tenho comentado em vários blogues essas mesmas opiniões.
Vou falar da educação desde o inicio até ao final da vida.)

Anne Geddes (Trent & Joel)

Educação, há que tê-la sempre, há que não descer de nível e não faltar ao respeito a ninguém, há que saber o nosso lugar, há que respeitar sempre quem nos respeita e saber desrespeitar quem não merece.Educação é uma coisa que deve vir desde pequenos, quem vem dos pais, que vem dos ensinamentos porém há que saber se comportar há que saber ter educação.Começando pelos miúdos de hoje em dia, (quando digo miúdos digo idades até aos 15 mais ou menos) penso que são raros os casos que têm educação. Desde o comportamento em casa como na escola ou até em espaços públicos ou a via publica. Da minha família eu sou a mais nova das idades perto da minha, depois há um espaços entre as idades e agora ainda só tenho familiares que não passaram dos 10 anos por isso noto bem o que alguma idade e a diferença de educação faz ás pessoas e neste caso ás crianças. Sou do tempo em que dizer bom dia quando passa na rua a uma pessoa mais velha não envergonha ninguém, sou do tempo em que a palavra "bullying" não era vulgar, porque os miúdos respeitavam-se uns aos outros e respeitavam os mais velhos e quem os orientava (auxiliares e professores). Quando eu tinha a idade deles, eu não fazia metade do que eles fazem agora, nunca desrespeitem ninguém só porque sim, já faltei sim ao respeito a algumas pessoas mas não a pessoas só porque cruzam comigo na rua ou porque estão a olhar para mim, é impensável só porque um velhote anda mais devagarinho à minha frente eu começar a soprar tentar "fintar" a pessoa com umas trombas com porque a pessoa está a utilizar o mesmo passeio, pedir "com licença" costuma resultar. Dar educação não é só ensinar boas maneiras, é saber dizer não, não ceder a birras é dar educação, fazê-los perceber o que está certo ou errado sem ter que andar quase a matar os pequenotes com porrada. 


21 de dezembro de 2012

Mundo ao contrário

  No dia em que se dizia à muito que o mundo iria acabar e nada se verificou deparei-me como este mundo anda virado do avesso, já nada faz sentido!
  As pessoas cada vez se queixam mais do mundo mas, apesar em algumas coisas terem razão, também não colaboram para o melhorar. As pessoas cada vez mais querem ter privacidade mas insistirem em se meter na vida dos outros. Todos se anulam a si próprios e aos outros, viver tornou-se uma competição. A felicidade em geral tornou-se na tristeza dos demais. "A minha vitória é a tua derrota", cada vez mais à minha volta é esta a frase que vejo quando observo o mundo que me rodeia. Já ninguém faz bem porque é solidário ou só pelo simples prazer de ajudar alguém, há sempre algo a beneficiar com o que faz, senão recusa o pedido. É triste ver como o Ser Humano é tão hipócrita e interesseiro. 
  Antigamente, e quando eu digo isto é à pouco mais de uma década atrás parecia tudo tão diferente, o mundo era bem melhor. 
  Ainda vivi num mundo que se podia deixar as portas abertas que ninguém entrava para roubar, mas sim entrava-se pedia-se licença e brindava-se os habitantes com um sorriso e com a sua simpatia, podia-se deixar as crianças com os vizinhos sem que no dia a seguir se tenha que retribuir com algum favor, em que podia ir ali a vizinha do lado pedir um ramo de salsa sem que ela no dia posterior viesse pedir qualquer coisa em troca, num mundo em que se podia andar na rua descansada sem ter medo de ladrões ou violadores à solta por aí, como animais famintos por a maldade.
  Vivi num mundo em que sabia que as batatas não cresciam embaladas na prateleira de um supermercado, em que andar descalça no Verão por entre os regos (caminhos abertos nas hortas para que a água vá regar as plantas que se pretende) não era sinónimo de doença no dia seguinte nem era sinónimo de má educação dos pais, era sinónimo de felicidade.
  Vivi num tempo em que tratar por você as pessoas mais velhas não era obrigação, era hábito, gritar com os pais, dizer asneiras e ofende-los era impensável! 
  Vivi num mundo em que as pessoas mais velhas eram respeitadas, acarinhadas e idolatradas por as pessoas, ouvir toda aquela experiência, aprender com aquelas pessoas que não precisaram de entrar numa universidade para serem respeitados.
  Hoje em dia é tudo tão diferente, tudo tão cruel, tudo tão mais fácil de executar mas bem mais difícil de compreender, já não reconheço o mundo onde vivo.
  O mundo anda virado do avesso!

"A tua melodia permanecerá no meu coração"

  "A tua melodia permanecerá no meu coração", foram estas as palavras que eu ouvi de uma mãe que perdeu o seu rebento no massacre de Newton.

  Por mais argumentos que tentem arranjar para o comportamento do homicida, não há desculpa para um jovem, uma pessoa matar crianças, inocentes que com toda a certeza de nada têm culpa.
  É contagiante o sentimento de luto por todo o mundo, para quem é pai ou para quem não é, ninguém fica indiferente, foram muitas crianças inocentes mortas brutalmente e outras tantas que ficaram com traumas.
  É inimaginável pensar que esta atitude foi provocada pelo um humano, um igualmente jovem humano. Esta atitude leva-me a questionar o Ser Humano. Será aquele humano um ser racional? O que aquela pessoa estaria a pensar? O porquê de ter tão cruel atitude ?
  Questões que mesmo que o meu pensamento dê voltas e voltas sem fim, não consigo arranjar resposta para tal.
  Às palavras de chefes de estado, solidários com as pessoas que sofreram com a tragédia, juntam-se testemunhos de pais que perderam os seus pequenitos, que comovem profundamente, eu sou sensível confesso, mas acho que nenhum Ser humano no seu estado puro fica indiferente a este tipo de acontecimentos cuja a história e os relatos comoventes das vitimas leva a que se fique com a lágrima ao canto do olho. E neste caso em especial mesmo quem não é mãe ou pai sente um aperto no coração, é algo realmente terrível.
  Acho uma pena o rapaz ter-se suicidado pois deveria pagar por cada crime cometido, não desejo a morte a ninguém mas ele devia ter pago pelos crimes e nesta situação eu apelava a prisão perpétua com tortura, tipo cadeira eléctrica ou algo do género. É apenas a minha opinião. 
  Sinto muito pela perda de cada pai ou familiar de cada criança e pelas crianças que sobreviveram e viveram aquele terrível momento, só espero que não seja esquecidas e sejam acompanhadas por psicólogos e pessoas competentes para não deixar estas crianças e estes familiares desamparados, sei aos familiares não diminui a sua dor, nem as crianças faz com que aquele trágico acontecimento desapareça das suas memórias, mas certamente vai ajuda-los a seguir com a sua vida da forma mais normal possível.