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26 de maio de 2013

Onde isto vai parar....

Um dia a bolha rebenta, mas não pode.


Eu para todas as pessoas mostro ser forte, o mais que posso mas nestes dias está tudo tão difícil de resolver.
Há algum tempo que não escrevo no blog, já não tenho vontade, inspiração nem sequer tempo.
Neste momento parece que está tudo mesmo tudo contra mim, não me consigo fazer entender, nem me consigo perceber a mim. Preciso de descanso, muito descanso, mas está toda a gente a exigir de mais de mim e ninguém percebe o mal que isso me está a fazer, nem nos momentos que posso e que é suposto descansar eu não o consigo fazer, tenho demasiadas coisas dentro da minha cabeça.
E para piorar isto tudo, a única pessoa que nestes momentos me poderia confortar, e relaxar está completamente diferente e a desiludir-me com as suas atitudes. Por mais que lhe conte tudo o que sinto, ignora, sinto que já não sou importante, que estou sempre em ultimo plano.
Tenho-me sentido completamente desamparada, perdida sem saber para que lado me hei-de virar para procurar as forças que sei à muito que as perdi...
Sinto que já não tenho espaço na vida de ninguém, mas que toda a gente exige que eu tenha todo o espaço, tempo, disposição.
Não me apetece fazer absolutamente nada de nada, preciso de algo que me dê forças até para enfrentar o que aí vem... exames decisivos.
O meu corpo está implorar paragem, urgente, mas isso... só daqui a um mês. Enquanto isso espero que ao menos alguém se lembre que a alminha que está neste corpo precisa de apoio, atenção e descanso.

Essência tens de melhorar e alimentar a relação com muito carinho ( apesar da outra parte não estar a contribuir em praticamente nada, a culpa de tudo é só minha, e não tem consciência do mal que me está a fazer, neste momento está a melhorar... acho eu)

Essência tens de te esforçar na escola (eu esforçar esforço, o mais que posso, quero e consigo, mas mesmo que o esforço seja imenso, como foi na ultima segunda-feira que quase fiquei sem movimento na mão de tanto escrever, não consigo resultados satisfatórios para ninguém, quanto mais para mim)

Essência tens de cuidar dos teus pais não os podes enervar eles são doentes ( passar o dia todo no quarto, não é enervar, estar praticamente calada nas refeições não é enervar, guardar tudo para mim, mesmo que seja algum que um deles faça que me possa destruir a vida nos próximos, espero eu, dois anos, mesmo quando eles estão sempre a falar tens que ser melhor que "A" tens de ir para x universidade porque "B" foi, ou quando passam a vida a idealizar a minha vida ao lado deles, nem imaginando os planos que tenho para ela, mesmo porque não me ouvem)

Essência tens de ajudar a tua irmã (mesmo que ela seja uma pessoa com uma irresponsabilidade inigualável, que não saiba gerir a própria vida, e que não queira fazer nada , e que isso implique que lhe ande sempre a "emprestar" dinheiro (sim "emprestar", porque nunca mais os vejo dela, a minha mãe depois e que mos dá) que preciso depois, para as minhas coisas, que para a minha mãe são sempre adiáveis e futis, mesmo que lhe empreste para ela fazer sabe-se lá o que, porque muitas das vezes o que ela disse nunca se vê resultados)

Completamente farta de meter a vida, os problemas dos outros à frente dos meus, como se os meus não fossem nada, como se a minha vida toda fosse adiável. E mesmo que na noite anterior diga, eu hoje vou cuidar de mim, vou cuidar da minha vida e fazer o que preciso fazer na manhã seguinte há sempre alguma coisa que me faz adiar os planos, dois dias, uma semana, um mês até que um dia me lembro do que tinha para fazer em proveito próprio e já se passou um ano e já não faz mais sentido...

Quero ter uma vida minha, e dele, mas minha em que possa concretizar os meus sonhos, fazer a minha vida sem ter entraves (família) a destruir, adiar planos...


 "Quero ter asas e voar, quero poder ter duas mãos bem firmes, e dois braços fortes para poder agarra-lhe a mão e levá-lo comigo, e na outra ter todos os meus sonhos e objectivos por concretizar e alcançar, mas também quero ter pés firmes e bom sentido de orientação e aterragem, para aterrar, aqui, não por saudade mas para não me acusarem de desleixe, como já o estão a fazer, ainda os planos estão no futuro"


Um dia vou isto em que vivo vai ser apenas um local de paragem, e ninguém me poderá acusar de ser um fracasso, pois conseguirei o que muitos que ainda aqui estão, não conseguiram : Ter satisfação pessoal com a sua vida, e olhar para trás e só se arrepender duma coisa, não ter começado a viver mais cedo.


Beijinhos

Essência


P.s. O blogue vai continuar parado, até... não sei quando... Mesmo que não publique nada, vou tentando vir dar aqui uma espreitadela aos vossos blogues. O blogue da história não vai ser actualizado até a partir daqui a um mês, eu sei que faço demasiado suspense e que de certeza que já perdeu a piada toda, o que percebo perfeitamente, mas não está a ser nem vai ser mesmo possível escrever mais capítulos até lá. Peço a vossa compreensão.

22 de março de 2013

Crying...



Odeio quando as lágrimas se alojam nos olhos estão prontas para sair mas ficam cada vez maiores impedindo que veja o que estou a fazer!
Odeio escrever mensagens a chorar por isso mesmo!
Odeio quando tenho que sorrir e fingir que está tudo bem quando só me apetece chorar!
Odeio chorar à frente de alguém!
Odeio ter razões para chorar...

19 de março de 2013

"Pai, gostava que merecesse este dia"

Ao ler, ver e ouvir palavras sentidas como homenagem ao seus progenitores. Apesar não ligar aos "dias de..." tenho sempre aproveitado as ocasiões para me expressar sobre o que penso em relação às situações ou pessoas. Hoje como é dia do pai aqui deixo uma carta ao meu pai com tudo aquilo que lhe gostaria de dizer, mas que não consigo, ou não quero, pensamentos e recordações que guardo para mim e que agora partilho aqui.
A imagem não tem nada a ver com o que se segue, mas não
encontrei melhor.

"Pai...


Neste dia e ao ouvir tantas coisas bonitas não consegui deixar de reflectir sobre o papel que tiveste e tens na minha vida. 

A verdade é que eu não consigo amar-te nem dizer sequer que gosto de ti.
Não erras-te como pai, ou talvez tenhas errado, erras-te como homem, marido, pessoa. E fizeste-o muitas vezes.
Pensas que tudo é a tua maneira, que fazes tudo certo, que dizes tudo bem e que és a pessoa mais correcta do mundo, zangaste e ralhas quando és confrontado com a verdade.
Tu não imaginas, nem sequer deves pensar nisso... 
Mas eu penso, recordo, essas terríveis lembranças que me deixaste. Para ti eu era nova demais para perceber as coisas, mas eu percebi, e continuo a perceber, e a cada dia que passa essas recordações me magoam mais, me assombram mais as minhas noites. É segredo, um segredo terrível, lembranças horríveis e foram coisas vistas que assombraram a minha infância e me fizeram crescer e ter tanto medo de me entregar, tanto medo da palavra e do ato.
À parte disso sempre foste um pai pouco presente pois era rara a vez acompanhavas a família a algum lado, sempre fizeste a tua vida. Foste um pai caseiro, quero dizer com isto que na minha infância, que só tiveste presente na vida em casa, não me acompanhaste a qualquer festa da escola, ou aos teatros e musicais que fazia em criança. Mas nada que me faça infeliz pois foi hábito e eu estou habituada.
Digo tudo isto no passado em que eras egoísta, egocêntrico, individualista. "Eu sou eu e mais ninguém."


No presente e depois de uma doença que tu  causaste e deixaste andar mais de vinte anos, que quase te matou por causa da teimosia e orgulho, mudaste.

Chorei no momento da tua maior fragilidade porque tenho algum sentimento por ti e essencialmente porque sem ti a família desequilibra-se, perde o rumo mas ganha liberdade e vida. 
Mudaste sim, tornaste mais presente apesar de ser tempo de te afastares, pois quando o fizer de vez, muito brevemente, não vais ter outro remédio. 
Tornaste-te mais alegre, permitiu-me a mim conhecer-te melhor, conhecer um pai diferente mas infelizmente é tarde demais.


Os teus erros tiveram e estão a ter consequências, nas tuas proibições e obrigações,  mas digo-te, felizmente  nem todos os homens são como tu e por tudo o que vi na infância sei escolher e desviar-me de pessoas como tu, para que não me façam sofrer e para que os meus futuros filhos não presenciem o que presenciei e não sofram como sofri. A tua proibição não me deixa viver uma vida normal, faz com que veja sempre o pior de ti. 

Gostaria que merecesses este dia, mas não o mereces. Só te peço uma coisa...
Deixa-me ser feliz.
Da tua filha ... 
Essência"


E pronto está aqui mais uma parte de mim. A minha pior parte...

8 de março de 2013

Dia Internacional da Mulher: O respeito ainda não chegou a todo o lado

Hoje é o Dia Internacional Da Mulher como todas sabemos.

Por isso hoje não vou demonstrar o papel importante da mulher na sociedade ocidental, nem da emancipação da mulher no século passado, nem nada disso, vou falar duma situação completamente diferente, sabida e ignorada por muita gente.

A Mulher na cultura Muçulmana

São chamadas de mulheres, são tratadas como animais. Não são consideradas seres humanos, mas sim como objectos, mão-de-obra, animais... Os próprios animais são mais importantes que as mulheres.
Naquela cultura as mulheres nascem para servir, não para serem amadas nem consideradas como pessoas, nascem para trabalhar, são diariamente submetidas às ordens de qualquer homem da família, seja o irmão mais novo, ou um cunhado que entrou à dois meses na família.
Eu fiquei a conhecer melhor esta terrível cultura por um livro, o ultimo da página My sweet books, Souad, Queimada Viva.
Um livro arrepiante que retrata a crueldade na cultura muçulmana na vida de uma jovem inocente que o único erro que cometeu foi amar e entregar-se a esse amor, que lhe mudou a vida drasticamente.
É uma histórica verídica à umas décadas atrás, mas esta prática de crime que nada ou quase nada é punido, ainda existe nos nossos dias. Estou a falar de queimar com ácido ou regá las com um liquido extremamente inflamável e atear fogo propositadamente como forma de punição. À Souad, a jovem do livro, atearam-lhe fogo porque ela engravidou antes do casamento, o que é um crime para a sociedade, e na manhã seguinte à noite de núpcias, terá de se provar à sociedade que a mulher é virgem mostrando o lençol sujo na varanda do quarto. Ninguém a ajudou excepto uma europeia que dias após ela ser internada na hospital que a negligenciou, levou a ela e ao filho para a Europa onde ela construiu uma vida nova, uma família feliz, porém sem o primeiro filho, pois este foi adoptado  porque estando num estado deplorável não tinha condições para o criar, mas não deixa de o recordar e de se encontrar com ele.
Não é só de este crime que o livro fala, aliás, o livro em si fala da mulher em geral, da mãe que asfixiava as filhas recém-nascidas pois não era mais necessário mulheres em casa para trabalhar, a irmã mais velha que sofrendo de violência doméstica não poderia voltar para casa pois era uma vergonha para toda a familia, de todas as mulheres que andassem na rua não podiam olhar para os lados, apenas para o chão, caminhar como se tivessem vergonha de si próprias, de meninas que sonham casar apenas para poder andar na rua de cabeça levantada e usar bijutaria e sapatos que na nossa sociedade é uma coisa tão natural. entre outras tantas situações tão humilhantes e cruéis para a mulher.
Este livro foi lido umas quatro vezes, uma delas apenas numa tarde, de momento não o tenho mas se o comprar de certeza que vou lê-lo e voltar a emocionar-me tanto como das outras vezes. É um livro, chocante, emocionante, que prende o leitor, que emociona, que faz arrepiar, que nos faz entrar numa realidade que não é a nossa mas que no fundo a folheá-lo fazemos parte dele e sentimos cada dor das personagens.
Encontrei um video interessante que demonstra o sofrimento de muitas mulheres que passaram por um sofrimento parecido com de Souad, mas atenção as imagens são chocantes.
Porém esta cultura é apenas um exemplo de culturas que não respeitam as mulheres, onde não há igualdade entre géneros, nem concede qualquer direito à mulher.
Todas as mulheres do mundo merecem ser respeitadas!



27 de fevereiro de 2013

Descobre tu...


Olá, ultimamente tenho andado ausente peço desculpa por isso. Nem aos comentários tenho respondido.
Não tenho andado muito bem, como já devem ter percebido. Em relação às ultimas duas publicações tudo de vai resolvendo.
Tenho andado sem tempo, sem paciência, sem imaginação, sem inspiração  sem nada mesmo. O próximo post que colocar deve ser para partir tudo com o titulo "Juro que estou bem com a vida" e depois dou uma infinita lista do que odeio, tipo quase tudo neste momento, mas nada tem nada a ver com vocês apenas neste momento preciso do blog para ralhar, gritar, dizer o que me aflige e o que me faz sofrer e afins.
Mas essa mensagem não vai ser para breve, pois é grande e tenho que resolver os problemas da minha vida para dar mais atenção ao blog.
Espero que percebam, desculpem-me estar sempre a pedir desculpa mas estas ausências são forçadas.
Eu percebo que não queiram continuar desse lado como seguidoras, o blog está se a tornar algo monótono e lamechas demais para determinadas pessoas. Já se foi embora uma seguidora. Por mais cruel e insencivel que pareça não estou triste por perder. Pois o meu objectivo não é ganhar seguidores. (sim eu sei, estou a tornar-me repetitiva). Isto para dizer que, todos temos fases boas e más e eu estou em baixo, de mal com a vida, é normal que não apareça cá tão frequentemente como antes ou que escreva coisas sobre felicidade como escrevia e que textos como os anteriores apareçam cá. Não vou deixar de pôr aquilo que quero, que sinto, que penso só porque vou perder seguidores e nº de visitas. Isso para mim já sabem que não é importante.
Não me vou alargar mais até porque o tempo escasseia e as energias estão no limite.
Vou continuar ausente de publicações por mais algum tempo, não sei precisar quanto, mas quando eu tiver um tempinho, venho cá respondo aos comentários que as pessoas já nem se devem lembrar que comentaram, vou ver o cantinho de cada seguidora e comentá-lo.
Desculpem-me pela ausência e ate já minhas queridas.
Beijinhos
Essência

24 de fevereiro de 2013

Para ti, por ti, Contigo 




Parece que acordei de um bonito sonho, acordei para a realidade.
Realidade cruel, onde tudo é negro, tudo é tão difícil.
É difícil viver quando se está completamente sozinha.
Senti que teria que prender para ter. Senti que se não o fizesse ele me escaparia. Senti que eu tinha de controlar tudo.
Não aguentaria mais nenhuma traição, desilusão, mentira, decepção, ser de novo trocada. 
 Tenho medo de tudo, que já tudo tenha acontecido... Tenho medo que já te tenha perdido para outra principalmente.
Sinto que tudo perdi, sinto que já não sou nada, sinto-me sem forças para nada, sinto que falhei, sinto me sem vida, sem objectivos, sem alma... Sem ti sinto-me vazia...
Enquanto escrevo esta mensagem está alguém a dizer que precisa de espaço enquanto deste lado se sabe que ela tem outra pessoa, tenho medo que isso aconteça connosco.
Tenho medo que tenhas arranjado outra pessoa, é tantas coincidências... Falar com outra pessoa, na foto já não tens o mesmo sorriso, estás mais distante há algum tempo, etc.
Eu tenho ciumes, sim muitos ciumes, mas confio em ti, mas não não quero quero com outras raparigas só pelo o facto de elas estarem mais tempo com elas do que comigo, de poderes estar com elas e não comigo, de falares mais com elas do que comigo. Sim, tenho imensos ciumes, mas é mais forte que eu.
Sem ti nada na minha vida não faz sentido, sem ti não sou ninguém, sem ti tudo é negro, vazio, sem ti não sou nada.
Tu és a luz do meu dia e a calma da minha noite, és a minha eternidade, o meu universo, o homem da minha vida, o dono do meu coração, és tudo para mim, o meu noivo, o meu futuro marido, o futuro pai dos meus filhos, és o meu herói, o meu conselheiro. És o Meu Amor.
Sinto que a nossa história não acaba aqui, mas sinto que não sou ouvida e que já não queres saber de mim. Espero que a tua reflexão seja favorável à nossa relação, espero que tenhas repensado os teus erros e não tenhas feito nada que possa acabar com o nosso sonho: Construir um futuro juntos.
Amo-te verdadeiramente, imensamente, eternamente, como nunca amei ninguém.

23 de fevereiro de 2013

À procura de mim...



Entre sonhos e desejada felicidade, algo abruptamente me acordou.
 É a realidade a dar sinal de si. Tudo de desvaneceu, a felicidade é agora uma miragem.
O que na alvorada era claridade, agora é escuridão que nada deixa transparecer, o que no principio do dia era nevoeiro, neste momento é chuva torrencial que bate forte na janela e faz um barulho ensurdecedor nos meus ouvidos.
Alguém pode devolver o sol, a felicidade, a luz alguém que não o quer fazer. Alguém que não está a agir da melhor maneira, não está a dar o devido valor e está apenas a pensar nos prazeres do presente, esquecendo o passado e o futuro.
As tentações existem mas desaparecem, a atracão vai e vem, a paixão é passageira. Mas o amor verdadeiro é eterno, relação estável estabiliza não só a vida como o coração, e o leal companheiro que deu a vida e fê-la em função da relação e pela pessoa amada durante tanto tempo esteve, está e vai estar no mesmo sitio com o mesmo amor, até que um dia se canse da falta de amor, atenção, compreensão, lealdade, fidelidade e provas de amor, mas vai lá estar à espera que tudo mude, como sempre esteve.
As decisões tem de ser ponderadas antes de ser tomadas.
As más decisões podem não ser compensadas a tempo com as boas acções.