14 de fevereiro de 2013

Dia de São Valentim



Eu não ligo muito a este dia.
O amor é amor todos os dias, não é preciso haver dia para isso.
Mimo e sou mimada todos os dias não necessito de ter um dia para mimar e ser mimada.
Acho um golpe de marketing, lojas, empresas aproveitam tudo para ganhar dinheiro, sim as coisas até são super fofinhas mas não dias para oferecer coisas fofinhas, digo-vos mesmo que sem ser no mês de Fevereiro é bastante difícil encontrar qualquer coisa de género.
No meu caso podia até um dia muito especial porque iríamos estar juntos, já que infelizmente não podemos estar quando queremos estar, é muito complicado mas lá terei que ir para a escola e cada um vai para seu lado, não é justo, mas pronto esperarei pela próxima vez que estivermos juntos, que será sempre especial seja que mês ou dia for. 

13 de fevereiro de 2013

#3 Quotes



Temos tantos projectos para a vida que não deixamos que a vida nos mostre os projectos que tem para nós.

12 de fevereiro de 2013

Volta Verão!




Andar com menos roupa possível.
Não ter que combinar casacos com camisolas.
Andar descalça em casa sem gritar que o chão está gelado.
Sair de casa sem ter a preocupação de levar guarda-chuva.
Não passar os dias a tremer de frio.
Andar mais leve.
Não ter que acordar cedo.
Ter muito mais tempo para nós mesmas e para a nossa vida.

Volta Verão estou farta do frio e preciso de descansar.

#2 Rubrica: Debate

Ora por vossa escolha o escolhido foi o "debate" peço desculpa pela demora. MAs não pude deixar nada agendado porque nada estava decidido.




Ouvi falar de um filme e decidi vê-lo tem algo de fantástico, dá que pensar e  tem tudo de real.

O filme é espanhol, é baseado numa história verídica e fala sobre EUTANÁSIA.


Ramón Sampedro é um jovem marinheiro dos seus vinte anos, quando certo dia decide mergulhar numa praia num sitio rodeado de rochas, ao mergulhar, o fundo não é assim tão fundo e ele bate com a cabeça e pescoço na areia, acabando por ficar inconsciente. Alguém o resgata e é levado para o hospital.
No hospital descobrem que devido ao embate ficou tetraplégico.
Durante vinte seis anos o ex-marinheiro fica confinado a cama do seu quarto o que o liga ao mundo real é uma janela que dá para o mar que lhe deu e tirou a vida.
Ele tem um único desejo: morrer com dignidade, já que a vida deixou de ser digna para ele.
Escolhe Júlia, advogada, para o defender, pois também tem problemas de saúde e compreende o melhor do que qualquer outro. Porém depois de tanto esforço a luta em tribunal pela legalização da eutanásia é em vão. Durante a luta em tribunal conhece Rosa, uma mulher solteira com dois filhos que ao vê-lo na televisão decide ir a casa dele demovê-lo nas sua decisão e fazê-lo ver que vale a pena viver.
Ramón no fim consegue o que quer mas quem o ajudará? Ele diz " Quem me ama de verdade me ajudará a morrer"
Quem será?


Curiosidades sobre o filme:
Javier Bardem é Jamón Sampedro.
A Rosa do filme, na história verídica chama-se Ramona.
O filme custou 10 milhões de euros.
A Eutanásia até hoje em Espanha não é legal.


Opinião:
Na minha opinião estar vinte seis anos restringido a uma cama a depender da família (neste caso irmão, cunhada e sobrinho) para viver, não é vida é sobrevivência. Sofrer não é Viver! Acho que se era isso que ele queria, então que fosse livre para o fazer.

E vocês o que pensam deste assunto?

Espero que seja do vosso interesse os assuntos discutidos.
Comentem, deixem o vosso comentário, e a vossa opinião, sem a vossa opinião o debate não tem sentido
Se quiserem deixar sugestão para o próxima rubrica seja o #debate# ou o #factos sobre mim#

De regresso



Olá meninas, desculpem a minha ausência mas foi completamente impossível vir nestes dias. A semana passada foi de estudo não consegui vir aqui e no fim de semana não estive em casa.
Por enquanto vou responder a todos os comentários, vou passar pelos os vossos blogues. Depois publico o resultado por vós pedido no meu blogue.
Beijinhos
Essência

6 de fevereiro de 2013

#3 Gosto


Eu hoje como mensagem agendada trago-vos um poema. 
Pessoalmente gosto bastante dele.

Com licença poética

Quando nasci um anjo esbelto,
desses que tocam trombeta, anunciou:
vai carregar bandeira.
Cargo muito pesado pra mulher,
esta espécie ainda envergonhada.
Aceito os subterfúgios que me cabem,
sem precisar mentir.
Não sou feia que não possa casar,
acho o Rio de Janeiro uma beleza e
ora sim, ora não, creio em parto sem dor.
Mas o que sinto escrevo. Cumpro a sina.
Inauguro linhagens, fundo reinos
— dor não é amargura.
Minha tristeza não tem pedigree,
já a minha vontade de alegria,
sua raiz vai ao meu mil avô.
Vai ser coxo na vida é maldição pra homem.
Mulher é desdobrável. Eu sou.

Adélia Prado

#1 Mas isto há vidas...



Bom isto hoje venho aqui queixar-me!
É algo que dá que pensar e quando não é no momento a mim me faz rir.
Passando a explicar: Eu moro num prédio, no andar de baixo e isto daqui ouve-se muita coisa.
O que mais me intriga é um estranho barulho que ouço de vez em quando, no decorrer da noite, aí a partir da uma hora da manhã.
Ouço um estrondo relativamente grande para me acordar. Depois ouço o bater de um martelo e a mandarem um martelo para o chão. Ora o que eu penso? Que partem a cama e que maneiras que a arranjam ali em um minuto. Eu sei que é um bocado "coiso" pensar estas coisas mas acordar uma pessoa de madrugada com estes sons, haja paciência...