Há uns dias deixei a preguiça de lado e apaguei todos os blogues da lista que sigo que ou já não estão cativos ou mudaram a privacidade.
Com isto foram mais ou menos 30 blogues que deixei de seguir, alguns que me deixaram muito triste pois lembro-me de serem os primeiros que segui.
Mas houve uma sensação boa que me deixou feliz, como eu já disse é raro recordar nomes de blogues mas sim das respectivas bloggers, porém quando estava a "revistar os blogues" alguns blogues nem foi preciso clicar porque são aqueles blogues que vejo regularmente, aquelas blogues que estão sempre a acompanhar-me.
É tão bom sentir-mo-nos acarinhadas e sermos acompanhadas mesmo nas piores fases do blogue e da vida pessoal.
É por o carinho das minhas seguidoras que ainda continuo com o blogue, com os projectos e que fico muito triste quando não consigo concretizar os projectos do blogue.
Aproveito para mandar um grande beijinho às minhas seguidoras e um grande mas grande obrigada. :)
Beijinhossss
26 de julho de 2013
25 de julho de 2013
Marina Mota
Este post serve para muita coisa, mas principalmente para homenagear o trabalho de uma grande artista portuguesa, no âmbito da rubrica " Talentos em arte".
Marina Mota é uma grande actriz portuguesa que especialmente nesta revista e neste "sketch" que sensibiliza a comunidade em geral para a dificuldade das pessoas com deficiência no país.
Parabéns ao produtor da revista Hélder Freire da Costa, à produtora e actriz Marina Mota e a todos os que colaboraram na revista.
E um bem haja a todos os que lutam dia após dia para que a tradição do Teatro-Revista em Portugal não morra.
Está aqui a parte da revista que evidencio no post e que vale mesmo a pena ver:
Parte um: http://www.youtube.com/watch?v=BJj2bGCWvfM
Parte dois: http://www.youtube.com/watch?v=1U90fXFU9u8
Toda a revista está sensacional, para quem a quiser ver toda
Aqui está :http://www.youtube.com/watch?v=v1o_QtBnpVc&list=PLCED95EEEAE50BA2C
Tens perguntas a fazer, mas falta-te a coragem? Atreve-te, clica aqui
Marina Mota é uma grande actriz portuguesa que especialmente nesta revista e neste "sketch" que sensibiliza a comunidade em geral para a dificuldade das pessoas com deficiência no país.
Parabéns ao produtor da revista Hélder Freire da Costa, à produtora e actriz Marina Mota e a todos os que colaboraram na revista.
E um bem haja a todos os que lutam dia após dia para que a tradição do Teatro-Revista em Portugal não morra.
Está aqui a parte da revista que evidencio no post e que vale mesmo a pena ver:
Parte um: http://www.youtube.com/watch?v=BJj2bGCWvfM
Parte dois: http://www.youtube.com/watch?v=1U90fXFU9u8
Toda a revista está sensacional, para quem a quiser ver toda
Aqui está :http://www.youtube.com/watch?v=v1o_QtBnpVc&list=PLCED95EEEAE50BA2C
Tens perguntas a fazer, mas falta-te a coragem? Atreve-te, clica aqui
24 de julho de 2013
23 de julho de 2013
Problemas no blog...
Desde ontem que o blogue tem o mesmo número de visitas e mesmo estando a receber comentários de várias pessoas e em vários posts isto não passa deste numero... :-\
Modo:
Esperar até o blogue se lembrar de que está a receber visitas...
22 de julho de 2013
Isabel Allende
Isabel Allende é uma excelente escritora chilena.

É daquela escritoras que quero ter todos os seus livros, é mesmo fantástica e os seus livros pelo que já me foi descrito são excepcionalmente tocantes.
Aqui fica algumas capas de livros:
É daquela escritoras que quero ter todos os seus livros, é mesmo fantástica e os seus livros pelo que já me foi descrito são excepcionalmente tocantes.
Aqui fica algumas capas de livros:
Para saber mais:
E uma entrevista dada a um apresentador português: http://www.youtube.com/watch?v=sFRa-hxj7_0
"Hospital... onde é que eu já ouvi isto?"

Pois é, fui de novo ao hospital.
Desta vez com uma alergia não sei ao quê que me encheu o corpo de borbulhas.
Escusado será dizer que fui mais uma vez mal "atendida" e que nem observada fui. Fez-me umas duas três perguntas e pronto, fazer tratamento e ir embora.
O tratamento foi de novo, ora adivinhem lá, soro!
E o enfermeiro era o mesmo e tudo, a palhaça de serviço que me acompanha sempre nestas andanças, lá começou com as suas coisas. Como o enfermeiro é giro e da idade dela, começa logo com as suas coisas.
A médica manda-me sentar na cadeira e ao fim de um bocado aparece o enfermeiro que me manda segui-lo
"Ela: Olha o teu amigo! (em voz alta)
Eu olho para ela com uma cara de "estás mesmo a dizer isso em voz alta?" e o enfermeiro olha para trás e ri-se.
Ela:... Soro... O teu amigo soro."
Risada total xD
"Desejo-te o suficiente"
Há pouco tempo, no aeroporto estava uma mãe e filha despedindo-se. Anunciaram a partida, elas abraçaram-se e disse a mãe: Eu amo-te filha. Desejo-te o suficiente.
A filha respondeu: Mãe, nossa vida juntas tem sido mais do que suficiente. O seu amor é tudo o que sempre precisei. Eu também lhe desejo o suficiente.
Elas beijaram-se e a filha partiu. A mãe passou por mim e encostou-se na parede. Pude ver que ela queria, e precisava, chorar.
Tentei não me intrometer nesse momento, mas ela dirigiu-se a mim, e perguntou: Você já se despediu de alguém sabendo que seria para sempre?
Já, respondi. Minha senhora, desculpe-me pela pergunta, mas por que é que foi um adeus para sempre?
Estou velha e ela vive tão longe daqui. Tenho desafios à minha frente e a verdade é que a próxima viagem dela para cá será para o meu funeral.
Quando se estavam a despedir, ouvi-a dizer “Desejo-te o suficiente”. Posso saber o que é que isso significa?
Ela começou a sorrir. É um desejo que tem sido passado de geração em geração na minha família. Meus pais costumavam dizer isso para toda a gente.
Ela parou por um instante e olhou para o alto como se estivesse a tentar lembrar-se dos detalhes e sorriu mais ainda.
Quando dizemos “Desejo-te o suficiente”, estámos a desejar uma vida cheia de coisas boas o suficiente para que a pessoa se ampare nelas. Então, virando-se para mim, disse, como se estivesse recitando:
Desejo-lhe sol o suficiente para que continue a ter essa atitude radiante.
Desejo-lhe chuva o suficiente para que possa apreciar mais o sol.
Desejo-lhe felicidade o suficiente para que mantenha o seu espírito alegre.
Desejo-lhe dor o suficiente para que as menores alegrias na vida pareçam muito maiores.
Desejo-lhe que ganhe o suficiente para satisfazer os seus desejos materiais.
Desejo-lhe perdas o suficiente para apreciar tudo que possui.
Desejo-lhe “olás” em número suficiente para que chegue ao adeus final.
Tens perguntas a fazer, mas falta-te a coragem? Atreve-te, clica aqui
A filha respondeu: Mãe, nossa vida juntas tem sido mais do que suficiente. O seu amor é tudo o que sempre precisei. Eu também lhe desejo o suficiente.
Elas beijaram-se e a filha partiu. A mãe passou por mim e encostou-se na parede. Pude ver que ela queria, e precisava, chorar.
Tentei não me intrometer nesse momento, mas ela dirigiu-se a mim, e perguntou: Você já se despediu de alguém sabendo que seria para sempre?
Já, respondi. Minha senhora, desculpe-me pela pergunta, mas por que é que foi um adeus para sempre?
Estou velha e ela vive tão longe daqui. Tenho desafios à minha frente e a verdade é que a próxima viagem dela para cá será para o meu funeral.
Quando se estavam a despedir, ouvi-a dizer “Desejo-te o suficiente”. Posso saber o que é que isso significa?
Ela começou a sorrir. É um desejo que tem sido passado de geração em geração na minha família. Meus pais costumavam dizer isso para toda a gente.
Ela parou por um instante e olhou para o alto como se estivesse a tentar lembrar-se dos detalhes e sorriu mais ainda.
Quando dizemos “Desejo-te o suficiente”, estámos a desejar uma vida cheia de coisas boas o suficiente para que a pessoa se ampare nelas. Então, virando-se para mim, disse, como se estivesse recitando:
Desejo-lhe sol o suficiente para que continue a ter essa atitude radiante.
Desejo-lhe chuva o suficiente para que possa apreciar mais o sol.
Desejo-lhe felicidade o suficiente para que mantenha o seu espírito alegre.
Desejo-lhe dor o suficiente para que as menores alegrias na vida pareçam muito maiores.
Desejo-lhe que ganhe o suficiente para satisfazer os seus desejos materiais.
Desejo-lhe perdas o suficiente para apreciar tudo que possui.
Desejo-lhe “olás” em número suficiente para que chegue ao adeus final.
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