1 de setembro de 2013

A terrível fobia

Quando se pergunta do que é que se tem medo normalmente todas dizemos:Aranhas (pelo que tenho ouvido)
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isto é uma teia toda bonita, porque não me atrevi a por o maldito do bicho
Bem aqui a Essência não é, nem nunca foi excepção. Mas afinal até é.
Medo de aranhas é cliché mas depois na hora não se nota nada, normalmente.
Cliché: Eu desde pequena, vá média-pequena (quando somos pequenos, temos medo de tudo mas também somos capazes de pegar em tudo,até aranhas) que digo que tenho medo de aranhas (o tal cliché).

A descoberta interior:

  •  A entrar para adolescência aparece uma no quarto que eu corajosamente tento matar com uma vassoura e ela salta e foge não sei para aonde que nunca mais se viu. Andei um mês a dormir no sofá, porque não conseguia entrar no quarto às escuras. Até que a minha mão remodela o quarto e eu vejo que o bicho não lá está.
  • Quando ia numa viagem aparece-me uma aranha a passear no porta-luvas, eu entro em pânico interior e gritaria exterior.
  • No outro dia vai uma pessoa comer um grande cacho de uvas delicioso, até que vê teias de aranha e depois a maldita a passear.


Descoberta exterior: Hoje, vou eu toda contente comer o cacho de uvas (o mesmo) e a maldita aparece de novo mesmo perto de mim. Conclusão: Pânico!! Falta de ar, dor forte no peito, toda eu tremia. Quase perdia as forças, os sentidos... Foi horrível, para me acalmar foi meia hora...

Antes só para mim era fobia, agora até a minha mãe está com medo que me dê uma coisinha má se vir alguma e estiver sozinha.



Posso assumidamente dizer, não com orgulho, que sou aracnofóbica. 

5 de agosto de 2013

#2 Sociedade Decadente

No hospital:
A administrativa chama uma pessoa que tem dificuldades de locomoção, que tinha a filha ao lado que foi incapaz de ajudar a mãe a se levantar, depois da senhora desistir é que dois senhores a vão ajudar. (A filha estava mais preocupada a arranjar as calças, ou lá que estava a fazer).

A administrativa volta a chamar três pessoas para as consultas.
A ultima pessoa foi chamada três vezes até se perceber que era uma senhora que estava em cadeira de rodas.
Alguém: A senhora não tem acompanhante?
Senhora: Estou a espera do bombeiro... não sei... foi-se embora.- Muito atrapalhada
Alguém: Eu levo-a.
E deixou-a na sala de espera, esperando pela administrativa dizer para onde é que deve de ir, juntamente com os restantes doentes e acompanhantes (eu entre estes últimos).

5 minutos de espera só para saber para onde ir, e o bombeiro sem aparecer.
A administrativa pede para acompanhar e o bombeiro nem vê-lo.

Quem a levou ao sitio, já que íamos todas para o mesmo sitio, fui eu.
Eu: Olhe que não tenho carta de condução disto.
Senhora: Não se preocupe, desde que não vá em excesso de velocidade.

(Ao fim de alguns metros, e várias paragens bruscas (eu avisei), chegamos ao destino.
Eu: Então, o bombeiro fugiu?
Senhora: A cegonha levou-o, é borrachinho novo, já se sabe.
Eu: pois... (dando-lhe um sorriso simpático, sem saber o que dizer)
M: Então e a senhora não tem filhos nem marido?
Senhora: Tenho 5! E o marido já partiu.
M: Então e nenhum a pode acompanhar?
S: Estão todos lá fora, tenho um comigo mas está de férias, vem depois de amanhã (ao dizer isto, os olhos brilham.

10 minutos depois chega o bombeiro descansadito da vida com a desculpa de "ter de ir ali à ambulância", desculpa esfarrapada, claro...

                                                           ***

Isto foi um pouco do que eu presenciei em 2 horas no hospital.
Negligência, acho que todos já sofremos por parte de um hospital.
Mas estar a ser pago um serviço de bombeiros para acompanhar a 100% o que não é nada barato e depois estar dependente da boa vontade de terceiros para ser feito o serviço que o próprio devia fazer?

E os filhos? Nestes dois casos uma está mas só a fazer de espantalho, da senhora preferem ir de férias a ajudar a mãe?
Os idosos não são crianças como em muitos lares os tratam, não são lixo como muitos familiares os tratam.
São um poço de sabedoria, de simpatia que só querem passar o resto da sua vida com a dignidade que merecem, e recebendo tanto do amor que foram dando ao longo da sua vida.

Parte-me o coração estas histórias, ninguém merece ser tão humilhado.

3 de agosto de 2013

Problemas e terapias

Tudo o que me rodeia me desgasta. Nervos, stress, cuidar disto e daquilo, ter tempo para isto e para aquilo. É muito desgastante, até porque não tenho nem uma palavra de apreço, apenas exigem mais.
Por cima dos problemas todos visíveis, ainda tenho aquele problema que se arrasta à demasiado tempo e que não consigo resolver porque tem bastantes factores associados.
Bom no meio de tanto problema eu tenho que ter um tempinho só meu, onde esqueço tudo.
E nesses tempinho tenho terapias, os livros.
Posso sair da minha realidade e entrar num mundo imenso cheio de aventuras e histórias que me fazem sonhar.



1ª Terapia
Adorei!!

2ª Terapia



São livros diferentes, com histórias e realidades diferentes mas que evidenciam a mulher como ser principal da história e caracterizando todas as personagens com tanta perícia que às vezes confunde-se onde realmente ser está. As imagens de A Praia Roubada, os cheiros de Chocolate, a autora é mesmo algo de extraordinário. Eu não sei como resumir os dois livros, ao longo do livro tudo vai decorrendo calmamente e mais ou menos de acordo com o que os leitores seguem mas no final tudo corre rápido demais, as revelações são muitas e as surpresas ainda mais.
O livro A Praia Roubada é um livro que incide sobre o núcleo familiar e as relações entre comunidades, as desavenças e parecenças entre si e os rivais. Identifiquei-me com alguns pensamentos sobre a sua família que a narradora tem em excertos do livro.
O livro Chocolate tem um assunto polémico no seu núcleo que pode desconcertar até os mais crentes.
Eu não sou crente, e identifiquei-me com alguns excertos do livro.
Talvez por isso gostei tanto dos livros, por identificar-me com algumas das suas partes.

Mais uma autora para a minha pequena lista (sou exigente em relação a esta matéria) de autores preferidos
Joanne Harris

2 de agosto de 2013

Variações e variedades...#3

Delicia,Delicious,Doce,Gostoso,Milkshake,Pink

Vai uma pessoa cheia de calor beber um batido ao café.
Eu: É um batido de ananás e um de frutos vermelhos se faz favor.
Senhora: Só há frutos do bosque, pode ser?
Eu: Sim... (com cara de "você não perguntou isso pois não?")

p.s. Não prestava, é uma gama onde a fruta é pó :(

1 de agosto de 2013

O cumprir de um sonho\objectivo

Não me perguntem porquê e sei que é um objectivo estúpido.
Ler um livro em um dia, um livro completo, inteirinho, sem conhecer a história (pois já li Queimada Viva, umas quantas vezes num só dia mas como já sei o livro quase de cor, acabava por saltar algumas partes).
E ontem foi o meu dia, quse todo (tarde e noite) a ler.
Esta preciosidade:


Adorei o livro, não sei se mais do que o outro A Praia Roubada da mesma autora, mas secalhar sim.
São livros completamente diferentes, apaixonantes.
Quis fazer um resumo no final de cada um mas não consegui ainda.

Amanha trago-vos um post a falar de novo sobre estes livros, mais promonizadamente, se conseguir.
p.s. Alterei a página "My sweet books" os livros que li têm uma marcação assim será mais fácil perguntarem algo mais sobre qualquer livro.

Aquele momento em que...

Estou a vaguear pelo o facebook e aparece o de uma prima emigrante que já não vejo há muito, muito, muito tempo. E lembro-me de ir "cuscar" as fotografias, onde está a imensa familia que lá está. E qual o meu espanto quando vejo que ela tem mais um filho e que a filha dela tem o dobro da idade que eu imaginava, tal como outras crianças da família e que ela ainda por cima já tem mais um que não sabia da existência.

Sou eu que estou a ficar velha ou os putos estão a crescer rápido demais? O.o

31 de julho de 2013

Variações e variedades...#2

love forever | via Facebook
Única foto no weheartit que retrata mais ou menos a nossa diferença de idades, quase 40 anos.

Alguém:Então e ela tem namorado?
Mãe: Sim faz para o mês que vem no dia x, 3 anos. né?
Eu: Hum, sim- Com ar de escusavas de ter dado pormenores e enganaste-te no tempo.
 Ei mas espera aí, como é que ela sabe o dia?

É que nem o próprio namorado sabe o dia certo (é mau com datas, tadito).

As mães surpreendem-nos, finalmente em muito tempo, pela positiva.