O video é muito estúpido o rapaz é um grande cromo. Mas eu sou do tempo dele, e a verdade é que dos anos 90 para cá tudo piorou, gostei do video.
Vejam aqui
20 de setembro de 2013
19 de setembro de 2013
Confortada :)

É impressionante como uma pessoa que só nos conhece pelo os nossos desabafos nos conhece melhor do que alguém que está connosco há quase duas décadas...
Cada vez adoro mais este mundo, um mundo que me deixa muito feliz e confortada, onde já conheci "miúdas" fantásticas, e onde posso ser eu própria sem preconceito pelo físico, onde posso desabafar e sei que sou ouvida e que me dão o conforto e a opinião de que preciso.
Um obrigada a Todas e em especial à "miúda". :)
10 de setembro de 2013
Modo: Revoltada

Estou revoltada comigo, com todos, com a vida.
Preciso de dar um rumo há minha vida, não sei já para que lado me hei-de virar, até sei mas cada vez se torna mais complicado e cada passo que dou de avanço é dois de recuo no mesmo momento.
Ninguém está disposto que eu evolua, todos querem que eu estagne para controlar e a verdadeira pessoa realmente interessada nisso, não está a contribuir em nada para isso, e tanto que eu precisava de apoio.
Tive a ver várias opções de rumo mas parece que a vida quer ainda mais luta do que já tem sido todos estes anos.
Estou desiludida com a vida... Por mais forças que eu já tenha gasto, mais ela me põe obstáculos à frente.
Já gastei todas as minhas armas e já não há forças.
Ás vezes gostava que a minha vida fosse mais fácil, como muitas que vejo. Só para ser feliz sem ter que me preocupar com nada por uns momentos...
6 de setembro de 2013
História Linda
Estava a ver as desgraças e coisas desinteressantes que passam no noticiário quando dá uma noticia de uma história linda.
Um homem de 96 anos, em Abril depois de ter perdido a companheira de vida, com quem esteve casado durante 75 anos (sim, não estou a inventar), sentou-se no sofá e lhe escreveu umacanção para ela.
No começo do Verão enviou uma carta a um concurso de um estúdio (a unica carta que eles receberam, os outros participaram pelo youtube) com a letra da música. O responsável gostou da letra, emocionou-se com a carta e decidiu gravar em estúdio a canção "Oh Sweet Lorraine" que é simplesmente mágica.

A isto sim se chama amor verdadeiro.
Até o incensivel do Sr. C. disse: "isto é que é amor", e se ele diz é porque é! *Bater continência* xD
Um homem de 96 anos, em Abril depois de ter perdido a companheira de vida, com quem esteve casado durante 75 anos (sim, não estou a inventar), sentou-se no sofá e lhe escreveu umacanção para ela.
No começo do Verão enviou uma carta a um concurso de um estúdio (a unica carta que eles receberam, os outros participaram pelo youtube) com a letra da música. O responsável gostou da letra, emocionou-se com a carta e decidiu gravar em estúdio a canção "Oh Sweet Lorraine" que é simplesmente mágica.

A isto sim se chama amor verdadeiro.
Até o incensivel do Sr. C. disse: "isto é que é amor", e se ele diz é porque é! *Bater continência* xD
2 de setembro de 2013
Aquele momento em que...
Estás deitada a ouvir uma festa popular perto de casa, obrigada é claro, e no meio de algum pimba e muito kizomba ouves Rihanna na voz desafinada masculina.
Eu só me pergunto, como é que o pessoal dança isto? Em tom de pimba ou kizomba?
O mundo está definitivamente perdido.
Eu só me pergunto, como é que o pessoal dança isto? Em tom de pimba ou kizomba?
O mundo está definitivamente perdido.
1 de setembro de 2013
A terrível fobia
Quando se pergunta do que é que se tem medo normalmente todas dizemos:Aranhas (pelo que tenho ouvido)
![]() |
| isto é uma teia toda bonita, porque não me atrevi a por o maldito do bicho |
Bem aqui a Essência não é, nem nunca foi excepção. Mas afinal até é.
Medo de aranhas é cliché mas depois na hora não se nota nada, normalmente.
Cliché: Eu desde pequena, vá média-pequena (quando somos pequenos, temos medo de tudo mas também somos capazes de pegar em tudo,até aranhas) que digo que tenho medo de aranhas (o tal cliché).
A descoberta interior:
Descoberta exterior: Hoje, vou eu toda contente comer o cacho de uvas (o mesmo) e a maldita aparece de novo mesmo perto de mim. Conclusão: Pânico!! Falta de ar, dor forte no peito, toda eu tremia. Quase perdia as forças, os sentidos... Foi horrível, para me acalmar foi meia hora...
Antes só para mim era fobia, agora até a minha mãe está com medo que me dê uma coisinha má se vir alguma e estiver sozinha.
Posso assumidamente dizer, não com orgulho, que sou aracnofóbica.
Cliché: Eu desde pequena, vá média-pequena (quando somos pequenos, temos medo de tudo mas também somos capazes de pegar em tudo,até aranhas) que digo que tenho medo de aranhas (o tal cliché).
A descoberta interior:
- A entrar para adolescência aparece uma no quarto que eu corajosamente tento matar com uma vassoura e ela salta e foge não sei para aonde que nunca mais se viu. Andei um mês a dormir no sofá, porque não conseguia entrar no quarto às escuras. Até que a minha mão remodela o quarto e eu vejo que o bicho não lá está.
- Quando ia numa viagem aparece-me uma aranha a passear no porta-luvas, eu entro em pânico interior e gritaria exterior.
- No outro dia vai uma pessoa comer um grande cacho de uvas delicioso, até que vê teias de aranha e depois a maldita a passear.
Descoberta exterior: Hoje, vou eu toda contente comer o cacho de uvas (o mesmo) e a maldita aparece de novo mesmo perto de mim. Conclusão: Pânico!! Falta de ar, dor forte no peito, toda eu tremia. Quase perdia as forças, os sentidos... Foi horrível, para me acalmar foi meia hora...
Antes só para mim era fobia, agora até a minha mãe está com medo que me dê uma coisinha má se vir alguma e estiver sozinha.
Posso assumidamente dizer, não com orgulho, que sou aracnofóbica.
5 de agosto de 2013
#2 Sociedade Decadente
No hospital:
A administrativa chama uma pessoa que tem dificuldades de locomoção, que tinha a filha ao lado que foi incapaz de ajudar a mãe a se levantar, depois da senhora desistir é que dois senhores a vão ajudar. (A filha estava mais preocupada a arranjar as calças, ou lá que estava a fazer).
A administrativa volta a chamar três pessoas para as consultas.
A ultima pessoa foi chamada três vezes até se perceber que era uma senhora que estava em cadeira de rodas.
Alguém: A senhora não tem acompanhante?
Senhora: Estou a espera do bombeiro... não sei... foi-se embora.- Muito atrapalhada
Alguém: Eu levo-a.
E deixou-a na sala de espera, esperando pela administrativa dizer para onde é que deve de ir, juntamente com os restantes doentes e acompanhantes (eu entre estes últimos).
5 minutos de espera só para saber para onde ir, e o bombeiro sem aparecer.
A administrativa pede para acompanhar e o bombeiro nem vê-lo.
Quem a levou ao sitio, já que íamos todas para o mesmo sitio, fui eu.
Eu: Olhe que não tenho carta de condução disto.
Senhora: Não se preocupe, desde que não vá em excesso de velocidade.
(Ao fim de alguns metros, e várias paragens bruscas (eu avisei), chegamos ao destino.
Eu: Então, o bombeiro fugiu?
Senhora: A cegonha levou-o, é borrachinho novo, já se sabe.
Eu: pois... (dando-lhe um sorriso simpático, sem saber o que dizer)
M: Então e a senhora não tem filhos nem marido?
Senhora: Tenho 5! E o marido já partiu.
M: Então e nenhum a pode acompanhar?
S: Estão todos lá fora, tenho um comigo mas está de férias, vem depois de amanhã (ao dizer isto, os olhos brilham.
10 minutos depois chega o bombeiro descansadito da vida com a desculpa de "ter de ir ali à ambulância", desculpa esfarrapada, claro...
***
Isto foi um pouco do que eu presenciei em 2 horas no hospital.
Negligência, acho que todos já sofremos por parte de um hospital.
Mas estar a ser pago um serviço de bombeiros para acompanhar a 100% o que não é nada barato e depois estar dependente da boa vontade de terceiros para ser feito o serviço que o próprio devia fazer?
E os filhos? Nestes dois casos uma está mas só a fazer de espantalho, da senhora preferem ir de férias a ajudar a mãe?
Os idosos não são crianças como em muitos lares os tratam, não são lixo como muitos familiares os tratam.
São um poço de sabedoria, de simpatia que só querem passar o resto da sua vida com a dignidade que merecem, e recebendo tanto do amor que foram dando ao longo da sua vida.
Parte-me o coração estas histórias, ninguém merece ser tão humilhado.
A administrativa chama uma pessoa que tem dificuldades de locomoção, que tinha a filha ao lado que foi incapaz de ajudar a mãe a se levantar, depois da senhora desistir é que dois senhores a vão ajudar. (A filha estava mais preocupada a arranjar as calças, ou lá que estava a fazer).
A administrativa volta a chamar três pessoas para as consultas.
A ultima pessoa foi chamada três vezes até se perceber que era uma senhora que estava em cadeira de rodas.
Alguém: A senhora não tem acompanhante?
Senhora: Estou a espera do bombeiro... não sei... foi-se embora.- Muito atrapalhada
Alguém: Eu levo-a.
E deixou-a na sala de espera, esperando pela administrativa dizer para onde é que deve de ir, juntamente com os restantes doentes e acompanhantes (eu entre estes últimos).
5 minutos de espera só para saber para onde ir, e o bombeiro sem aparecer.
A administrativa pede para acompanhar e o bombeiro nem vê-lo.
Quem a levou ao sitio, já que íamos todas para o mesmo sitio, fui eu.
Eu: Olhe que não tenho carta de condução disto.
Senhora: Não se preocupe, desde que não vá em excesso de velocidade.
(Ao fim de alguns metros, e várias paragens bruscas (eu avisei), chegamos ao destino.
Eu: Então, o bombeiro fugiu?
Senhora: A cegonha levou-o, é borrachinho novo, já se sabe.
Eu: pois... (dando-lhe um sorriso simpático, sem saber o que dizer)
M: Então e a senhora não tem filhos nem marido?
Senhora: Tenho 5! E o marido já partiu.
M: Então e nenhum a pode acompanhar?
S: Estão todos lá fora, tenho um comigo mas está de férias, vem depois de amanhã (ao dizer isto, os olhos brilham.
10 minutos depois chega o bombeiro descansadito da vida com a desculpa de "ter de ir ali à ambulância", desculpa esfarrapada, claro...
***
Isto foi um pouco do que eu presenciei em 2 horas no hospital.
Negligência, acho que todos já sofremos por parte de um hospital.
Mas estar a ser pago um serviço de bombeiros para acompanhar a 100% o que não é nada barato e depois estar dependente da boa vontade de terceiros para ser feito o serviço que o próprio devia fazer?
E os filhos? Nestes dois casos uma está mas só a fazer de espantalho, da senhora preferem ir de férias a ajudar a mãe?
Os idosos não são crianças como em muitos lares os tratam, não são lixo como muitos familiares os tratam.
São um poço de sabedoria, de simpatia que só querem passar o resto da sua vida com a dignidade que merecem, e recebendo tanto do amor que foram dando ao longo da sua vida.
Parte-me o coração estas histórias, ninguém merece ser tão humilhado.
Etiquetas:
decadência,
Sociedade deturpada
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