Já tenho tudo preparado para remodelar a página " My Sweet Books". Vou ter que investir bastante tempo, o que é pouco. Mas garanto-vos que daqui a pouco tempo o blogue terá uma nova página, um pouco diferente, mais real daquilo que é os meus gostos e mais digamos "interativo".
Portanto novidades em breve...
19 de abril de 2014
18 de abril de 2014
Desisti!
Desisti do tablet!
Vou-me desfazer dele, ainda não sei como, mas vou.
Formatei-o, e guardei-o e a próxima pessoa a utilizá-lo de certeza que não serei eu.
FARTEI!
Só me deu foi trabalho. Há alguns dais quando fui ver os rascunhos do blogue 90% do que lá estava era porcarias causadas pelo tablet. Até para escrever não presta.
Bye, bye tormento, inutilidade e afins.
Agora se quiser vir à net levanto o cu e ligo o pc funciona perfeitamente.
Vou-me desfazer dele, ainda não sei como, mas vou.
Formatei-o, e guardei-o e a próxima pessoa a utilizá-lo de certeza que não serei eu.
FARTEI!
Só me deu foi trabalho. Há alguns dais quando fui ver os rascunhos do blogue 90% do que lá estava era porcarias causadas pelo tablet. Até para escrever não presta.
Bye, bye tormento, inutilidade e afins.
Agora se quiser vir à net levanto o cu e ligo o pc funciona perfeitamente.
17 de abril de 2014
Reviravolta no mundo interior
""De onde sou?
Será que é aqui que pertenço?"- perguntava-se
A entrada é dolorosa, há uma sensação de confusão a pairar nos seus pensamentos.
Só quer saber a que mundo pertence a este onde se identifica com as pessoas, com o que elas sentem, o que elas pensam, o que elas vivem todos os dias ou ao outro onde todos os dias é confrontada com a normalidade aparente.
Sorriso forçado para a enorme simpatia que a rodeia mas ninguém se apercebe, tal como nunca ninguém percebeu o que durante tanto tempo sofreu.
Só por um instante, acompanhante, porque a realidade com que sempre viveu incomoda-o e ele sai.
Embrenhada nos seus pensamentos a tentar encontrar respostas, olhos em redor, vê a "miséria", como todos lhe chamam, repudia nos seus pensamentos a realidade vivida naquele espaço, quer o mundo cruel.
De regresso ao mundo onde se tenta integrar todos os dias mas todos os dias algo acontece para deitar abaixo, até um simples olhar...
Dia após dia...após dia...
Vários anos passaram e regressando a este espaço o sentimento é de pura saudade...
Na entrada aquele cheiro, aquela sensação que nunca a abandonou esta lá, as pessoas já não são as mesmas mas o espírito de entreajuda de solidariedade está lá, nunca mudou.
Toda a gente se impressiona a realidade é cruel demais, mas há alguém naquela sala que vê para lá do que está à vista.
Onde antes se via miséria agora em cada olhar vê uma vida, miserável se assim a fizerem dela, de solidão se continuarem impressionados e não agirem, se continuarem a julgar pela aparência física.
De regresso... ao mundo não menos cruel do que anteriormente, mas onde se adaptou à crueldade da vida.
Onde antes baixava a cabeça por vergonha, hoje ergue a pois não pertence a qualquer mundo referido, pertence ao seu, onde luta e demonstra que a condição física não é impedimento para nada.
E no fim depois de tudo aconteceu, num instante cresceu, tornou-se mulher e aguentou as adversidades de um mundo cruel que é incapaz de ver para além da condição física. Adaptando-se, errando, julgando, vivendo como num mundo com as aprendizagens de outro.
Não, não tem vergonha.
Não, não gostaria de ser normal.
Não, durante muito tempo não teve o apoio de ninguém.
Não, durante muito tempo não se valorizou.
Sim, CRESCEU!
Cresceu sem saber o que provocou isto!
Cresceu sem dar a resposta "porquê eu".
Cresceu com o preconceito e a discriminação.
Cresceu com o que todos chamam de "bullying" psicológico sem saber o que queria dizer a palavra, nem lhe atribuindo as acções à palavra.
Não é mais que ninguém, nem menos, ninguém o é.
Sim, é diferente.
Sim, debate-se todos os dias com o preconceito.
Sim, as diferenças notam-se bem.
Sim, tem uma vida!
Sim, concretizou muitos dos meus sonhos.
Sim, tem orgulho em si própria.
Sim, valoriza-se.
Sim, é mulher!
O que reserva para o futuro ninguém sabe mas com o passado já fez as pazes e tem a certeza que os fantasmas da infância /adolescência não voltarão . Perdoou e foi perdoada."
Será que é aqui que pertenço?"- perguntava-se
A entrada é dolorosa, há uma sensação de confusão a pairar nos seus pensamentos.
Só quer saber a que mundo pertence a este onde se identifica com as pessoas, com o que elas sentem, o que elas pensam, o que elas vivem todos os dias ou ao outro onde todos os dias é confrontada com a normalidade aparente.
Sorriso forçado para a enorme simpatia que a rodeia mas ninguém se apercebe, tal como nunca ninguém percebeu o que durante tanto tempo sofreu.
Só por um instante, acompanhante, porque a realidade com que sempre viveu incomoda-o e ele sai.
Embrenhada nos seus pensamentos a tentar encontrar respostas, olhos em redor, vê a "miséria", como todos lhe chamam, repudia nos seus pensamentos a realidade vivida naquele espaço, quer o mundo cruel.
De regresso ao mundo onde se tenta integrar todos os dias mas todos os dias algo acontece para deitar abaixo, até um simples olhar...
Dia após dia...após dia...
...
Na entrada aquele cheiro, aquela sensação que nunca a abandonou esta lá, as pessoas já não são as mesmas mas o espírito de entreajuda de solidariedade está lá, nunca mudou.
Toda a gente se impressiona a realidade é cruel demais, mas há alguém naquela sala que vê para lá do que está à vista.
Onde antes se via miséria agora em cada olhar vê uma vida, miserável se assim a fizerem dela, de solidão se continuarem impressionados e não agirem, se continuarem a julgar pela aparência física.
De regresso... ao mundo não menos cruel do que anteriormente, mas onde se adaptou à crueldade da vida.
Onde antes baixava a cabeça por vergonha, hoje ergue a pois não pertence a qualquer mundo referido, pertence ao seu, onde luta e demonstra que a condição física não é impedimento para nada.
E no fim depois de tudo aconteceu, num instante cresceu, tornou-se mulher e aguentou as adversidades de um mundo cruel que é incapaz de ver para além da condição física. Adaptando-se, errando, julgando, vivendo como num mundo com as aprendizagens de outro.
Não, não tem vergonha.
Não, não gostaria de ser normal.
Não, durante muito tempo não teve o apoio de ninguém.
Não, durante muito tempo não se valorizou.
Sim, CRESCEU!
Cresceu sem saber o que provocou isto!
Cresceu sem dar a resposta "porquê eu".
Cresceu com o preconceito e a discriminação.
Cresceu com o que todos chamam de "bullying" psicológico sem saber o que queria dizer a palavra, nem lhe atribuindo as acções à palavra.
Não é mais que ninguém, nem menos, ninguém o é.
Sim, é diferente.
Sim, debate-se todos os dias com o preconceito.
Sim, as diferenças notam-se bem.
Sim, tem uma vida!
Sim, concretizou muitos dos meus sonhos.
Sim, tem orgulho em si própria.
Sim, valoriza-se.
Sim, é mulher!
O que reserva para o futuro ninguém sabe mas com o passado já fez as pazes e tem a certeza que os fantasmas da infância /adolescência não voltarão . Perdoou e foi perdoada."
16 de abril de 2014
Um dia quando cresceres vais relembrar
Um dia ainda gravo o puto a brincar às lutas com os seus bonecos, é de chorar a rir.
Uma mistura de voz de gaja, gritinhos e spray.
Algo assim: "ahhhh, pfff, vais morrer, pssst, txxxiu".
Hilariante xD
Uma mistura de voz de gaja, gritinhos e spray.
Algo assim: "ahhhh, pfff, vais morrer, pssst, txxxiu".
Hilariante xD
15 de abril de 2014
Relação amor-inútil, mais ou menos isto
Isto é uma das coisas que eu acho que é um pouco inútil. Acho bonito sim, mas para mim ficaria mais bonito vazio, e sendo que poderia servir e ser concebido para por os livros é demasiado pequeno. É daquelas coisas que sendo bonitas nunca teriam espaço na minha casa.

Já esta é totalmente o contrário, não é que ache muito feio, até é uma ideia original, mas não acho tão apelativa como a outra, mas daria uma das ótimas estantes, e vejo-a tipo a fazer de parede da minha sala, sendo que no outro lado teria que ter outra estante dita normal.

14 de abril de 2014
Se isto é um homem
Holocausto
Se isto é um homem
Vós que viveis tranquilos
Nas vossas casas aquecidas
Vós que encontrais regressando à noite
Comida quente e rostos amigos:
Considerai se isto é um homem
Quem trabalha na lama
Quem não conhece paz
Quem luta por meio pão
Quem morre por um sim ou por um não
Considerai se isto é uma mulher
Sem cabelos e sem nome
Sem mais força para recordar
Vazios os olhos e frio o regaço
Como uma rã no Inverno.
Meditai que isto aconteceu
Recomendo-vos estas palavras.
Esculpi-as no vosso coração.
Estando em casa andando pela rua
Ao deitar-vos e ao levantar-vos;
Repeti-as aos vossos filhos.
Ou então que desmorone a vossa casa
Que a doença vos entreve,
Que os vossos filhos vos virem a cara.
Primo Levi (prisioneiro na II Guerra Mundial em Auschwitz-Birkenau).
Para mim, poema tocante, descreve a época terrível que é a 2º Guerra Mundial.
Respeito a todos aqueles que morreram, respeito a todos os sobreviventes, respeito a todos os que ajudar as minorias raciais perseguidas! Todos eles grandes heróis!
Se isto é um homem
Vós que viveis tranquilos
Nas vossas casas aquecidas
Vós que encontrais regressando à noite
Comida quente e rostos amigos:
Considerai se isto é um homem
Quem trabalha na lama
Quem não conhece paz
Quem luta por meio pão
Quem morre por um sim ou por um não
Considerai se isto é uma mulher
Sem cabelos e sem nome
Sem mais força para recordar
Vazios os olhos e frio o regaço
Como uma rã no Inverno.
Meditai que isto aconteceu
Recomendo-vos estas palavras.
Esculpi-as no vosso coração.
Estando em casa andando pela rua
Ao deitar-vos e ao levantar-vos;
Repeti-as aos vossos filhos.
Ou então que desmorone a vossa casa
Que a doença vos entreve,
Que os vossos filhos vos virem a cara.
Primo Levi (prisioneiro na II Guerra Mundial em Auschwitz-Birkenau).
Para mim, poema tocante, descreve a época terrível que é a 2º Guerra Mundial.
Respeito a todos aqueles que morreram, respeito a todos os sobreviventes, respeito a todos os que ajudar as minorias raciais perseguidas! Todos eles grandes heróis!
10 de abril de 2014
Aviso!
Ausência nos próximos dias.
Razão? FÉRIASS!
Se tudo correr como eu estou a planear, quando regressa trarei boas surpresas!
Beijinhos
p.s. Vou tentar deixar alguns posts agendados.
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